FÉRIAS Se o trabalhador falta muito e não justifica terá descontos também nas férias.

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Após cada período de trabalho de 12(doze) meses, o trabalhador tem direito às férias de 30(trinta) dias. Um período para que descanse das suas tarefas, além de receber antecipadamente o equivalente a 1/3 de seu salário.

No entanto tome um pouco de cuidado, porque se o trabalhador falta muito e não justifica essas faltas, ou seja, ele não faltou por motivo considerado justo pela CLT e não apresentou atestados válidos, ele fica sujeito à descontos em seu período de descanso e em seus recebimentos.

Por exemplo, acompanhe a tabela:

– Até 5 faltas injustificadas, terá direito a 30 dias de férias

– De 06 até 14 faltas injustificadas, terá direito a 24 dias de férias.

– De 15 a 23 faltas injustificadas, terá direito a 18 dias de férias.

– De 24 a 32 faltas injustificadas, terá direito a 12 dias de férias.

Acima de 32 faltas injustificadas o trabalhador perde o direito ao gozo das férias.

A previsão sobre férias está no Artigo 129 e 130 da CLT.

 

Um grande abraço!

 

Dra. Andreia de Pádua

Advogada especialista em direito do trabalho e Contabilista

 

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SER UM VENCEDOR NO MUNDO DOS NEGÓCIOS

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Hoje iremos refletir sobre um dos fatores do momento a CRISE, será mesmo que a situação permeia somente pela crise? Ou será que são deixados de lado fatores importantes que demandam a piora desta situação neste período?

O sucesso da sua empresa está ligado a 3 fortes fatores:
Resolução de problemas;
Inovação / Criatividade;
Equipe eficaz.
Aquela expressa “pensar fora da caixa” são imprescindíveis. Faça novas combinações utilizando da sua criatividade, deixa o pensamento positivo liderar a sua empresa, simplifique soluções e coloque – as em prática, teste idéias se não der certo faça de maneira diferente.

Outro fator importante é pedir sugestões aos seus colaboradores, clientes, fornecedores e parceiros. Esta união de idéias é muito valiosa e criam-se soluções inovadoras.

Hoje o tempo é essencial, seja mais rápido que a sua concorrência.
Como fazer isto? Surpreenda com novos serviços e produtos, processos mais eficientes e simples, encante seu cliente, venda sempre valor e não preço, e ao final pergunte-se sempre:

“O que tenho que ninguém mais tem?”

Ao ler um texto de Bill Gates uma frase me chamou atenção “Tente uma, duas, três vezes e se possível tente a quarta, a quinta e quantas vezes for necessário. Só não desista nas primeiras tentativas, a persistência é amiga da conquista. Se você quer chegar a onde a maioria não chega, faça o que a maioria não faz”.
Diferenciando-se da concorrência, você consegue vender valor e não preço, então tenha um atendimento que encante seu cliente, tenha líderes capacitados, treinados e aptos a gerar novos líderes para vários níveis de sua organização.
A pergunta mais importante que devemos fazer: meu cliente se sente especial? Ele se sente valorizado? O que estou entregando a mais para ele que diferencia o meu produto/serviço? Como posso surpreendê-lo?

O cliente precisa admirar sua empresa, pois as empresas não vivem de vendas e sim da pós venda. Partindo deste princípio, certamente conquistará um relacionamento fiel.

A cada dia que passa, os clientes querem ser surpreendidos, querem serviço ou produto com valor agregado, atendimento personalizado, confiabilidade, qualidade e eficácia em todo o processo. Este novo cliente não admite receber apenas um atendimento básico.
Nesses novos tempos procura algo a mais. Querem ser recebidos com amenidades, com empatia, através de pessoas capazes de solucionar seus problemas e necessidades, entregando mais do que veio buscar: uma verdadeira experiência de compra agradável que o fará retornar e se fidelizar a você e à sua empresa.

 

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PREPARAÇÃO DOS DOCUMENTOS PARA O IMPOSTO DE RENDA 2016

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Antes de fazer a declaração do Imposto de Renda 2016 (ano-base 2015), o contribuinte deve providenciar todos os documentos necessários para acertar as contas com a Receita Federal. Fazer isso com antecedência é o melhor caminho para facilitar o preenchimento do programa.

Um dos documentos mais importantes que o contribuinte deve ter em mãos é o comprovante de rendimentos fornecidos pelas fontes pagadoras (empresas e instituições financeiras).

Se eles não tiverem sido fornecidos até o fim de fevereiro, o contribuinte deve exigir diretamente com a empresa ou órgão responsável. Nos casos em que os rendimentos não retiveram imposto na fonte – como informes de contas correntes de bancos, créditos da Nota Fiscal Paulista ou reembolsos de planos de saúde, é de responsabilidade de o contribuinte pedir as informações.

É necessário separar também os comprovantes de aluguéis, pensão, dentre outros rendimentos recebidos, e os informes de rendimentos financeiros, que, além das rendas, indicam os saldos de conta corrente, poupança, aplicações em fundos de investimento e previdência privada.

Pelo modelo completo, podem ser abatidas do IR apenas despesas com saúde (consultas médicas, odontológicas, cirurgias etc) e instrução (cursos de educação oficial como ensino médio e graduação, excluindo-se cursos livres como idiomas). Estes gastos podem ser próprios e dos dependentes.

 

Outros documentos que devem estar em poder do contribuinte são os comprovantes de operações de compra e venda de ativos de valor, como imóveis e veículos, que tenham sido feitas no ano-calendário de 2015.

Um grande abraço.

 

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EXCLUSÃO DO SIMPLES NACIONAL

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A falta de apresentação de registros contábeis coerentes e organizados é uma das causas de desenquadramento no Simples Nacional. Isso inclui os lançamentos no livro caixa e livros contábeis, inclusive a movimentação financeira da empresa( Bancária).

O desenquadramento do Simples Nacional gera um aumento doloroso de impostos e encargos que podemos evitar.

Outro fator que leva ao desenquadramento do Simples Nacional são as dívidas e as ausências de entrega de declarações mensais e anuais e que não são poucas.

Quanto as dívidas estas podem ser parceladas, tanto os débitos com a Receita Federal quanto os débitos com o INSS e Prefeitura. Agora referente as declarações estas ficam por conta do Contador. No entanto o contador depende muito do empreendedor, visto que para prestar uma informação correta este necessita receber mensalmente todas as informações e movimentações de sua empresa( notas fiscais e recibos de todos os gastos, inclusive água, luz, fone, aluguel, compras de mercadorias para escritório, compra e venda de veículos, móveis, utensílios e a movimentação da conta bancária).

Fazemos uma séria observação para este último íten, a sua conta bancária deve ser pessoa jurídica e deve ser utilizada somente para resolver questões referentes à empresa, jamais para contas pessoais, assim como o cartão de crédito da pessoa jurídica.

Trabalhe em conjunto com o seu contador e fique livre de problemas com a fiscalização e Receita Federal.

 

Um grande abraço!

 

Dra. Andreia de Pádua

Advogada especialista em direito do trabalho e Contabilista

 

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